Eu falo mais comigo mesma do que com os outros.
O Diário de Anne Frank    (via perdida-na-dor)

Tive um vizinho que gritava com a namorada ao telefone, sem se importar que o prédio inteiro ouvisse: “Não sei o que fazer! Fico mal contigo e fico mal sentigo!”. Sempre achei essa situação desoladora, e nem estou falando do português do sujeito. É duro ter apenas duas alternativas (ficar ou ir embora) e ambas serem terríveis.
Martha Medeiros. (via inverbos)

Por hora eu resolvi não escrever mais pra você porque percebi que não vale a pena eu desperdiçar o meu melhor com uma pessoa que tão pouco se importa com o que eu sinto ou deixo de sentir. Cansei de te ver longe de mim, cansei de pensar mais em você, cansei de tentar dar o meu melhor e não ser o suficiente, cansei de viver em sua função. Se você soubesse o quão doloroso é te ver nos braços de outro e fazendo com ele o que eu queria que estivesse fazendo comigo você não faria o que você faz. É como uma querida amiga me disse ”Ela não gosta de ninguém, ela não se entrega e você desperta nela algo diferente e ela tem medo de você, medo do que sente”. Me desculpa mais eu não vou ficar esperando você decidir o que você quer, o tempo ta passando rápido demais e eu preciso viver e preciso ser feliz.
Para alguém que talvez nunca irá ler.  (via owvegas)

Escapou ali um beijo na orelha e uma mão que quis esquentar a outra. Mas a gente correu pra fazer piadinha sexual disso, como sempre. E você olhou do corredor e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer. Mas a gente combinou que não era amor. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo.Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu jeito é o melhor. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque sua voz fica ridícula brava. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso. Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E eu tenho vontade de ligar pra todos os outros e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado. Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo. Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre. E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho. E eu tive que me fantasiar de puta, só pra ter você aqui dentro sem medo. Medo de destruir mais uma vez esse amor tão santo, tão virgem. E eu vou continuar me fantasiando de não amor, só pra você poder me vestir e sair por aí com sua casca de não amor. E eu vou rir quando você me contar das suas meninas, e eu vou continuar dizendo “bonito carro, boa balada, boa ideia, bonita cor, bonito sapato”. E eu vou continuar sendo só daqui pra fora. Porque no nosso contrato, tomamos cuidado em escrever com letras maiúsculas: não existe ninguém aqui dentro. Mas quando, de vez em quando, o seu ninguém colocar ali, meio sem querer, a mão no meu joelho, só para me enganar que você é meu dono. Só para enganar o cara da mesa ao lado que você é meu dono. Eu vou deixar. Vai que um dia você acredita.
Tati Bernardi. 

Hoje achei em meio a um livro meu, um girassol ou uma margarida. O tempo a escureceu, não sei o que era, mas sei quem me deu. E quem me deu, dá saudade. Deu flores, deixou saudade.

Deixou saudade ou levou? 
O que mais levou? Levou mais coisa que eu sei, pois um vazio aqui está, e que parece não querer ser preenchido por alguém tão cedo. Prioridades e prioridades são sobrepostas tratando-se de preencher este vazio, mas que prioridade é maior que a de ser feliz? 
Mas… Será que é preciso preencher esse vazio pra ser feliz? Quem dirá que essa felicidade está em uma pessoa? Ninguém dirá.
Tão bom não saber ao certo o que era essa flor e não me lembrar de onde, de que campo, de que canteiro de rua foi retirada para ser me dada. Flores são dadas em momentos felizes como sinal de alguma coisa… Momentos felizes tenho diversos em minha memória e por isso sinto saudades de quem me deu, mas mais do que isso, agradeço o tempo por ter apagado este pequeno caso com detalhes.
De saudades de coisas que não irão voltar já estou cheia! Espero não encontrar mais nenhuma flor em meus diversos livros, mas esta, ficará guardada neste livro até que por si só se destrua. 
— Prefira Borboletas


"And you can send me dead flowers every morning, send me dead flowers by the mail, send me dead flowers to my wedding, and I won’t forget to put roses on your grave" - The Rolling Stones


Foto tirada em Downtown Disney (em Downtown Disney )


em Downtown Disney





Me.       -E.S.


Legal é que essa é realmente uma foto minha


"Sempre me senti diferente dos outros. Não mais bonita, não mais inteligente, não mais especial, não mais esperta, não mais maluca, não mais legal, apenas diferente. E mais sardenta. Sou diferente na forma de sentir, tudo que me toca, me toca fundo. Tudo que me alegra, me alegra muito. Tudo que me dói, dói forte, corta. Nunca tive muitos freios em matéria de sentimento. Sempre que eu quis ir, fui. Muito me estrepei. Sempre que quis falar, falei. Muito me ralei. Aprendi um pouco a calar, a tentar respirar fundo e pensar."
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